De canto em canto, aqui neste Recanto...

Encantado... escrevi... de tanto encanto!

***

A Arte é a beleza de esculpir o ardor.

***

Se a ignorância fosse um dom...

Tu viverias no bem-bom!

***

Ah!... Que felicidade... Enterrar a saudade.

***

Foi na atonalidade que descobri a verdadeira tonalidade.

***

Até mesmo na escuridão, vemos a amplidão.

***

Se a aritmética soasse uma melodia...

Matemática soaria uma sinfonia.

***

Não quero escrever "eloquentemente"!...

Eu quero escrever, é musicalmente!

***

Não, não quero fazer versos, simplesmente por fazer...

Quero escrever poesia  pela razão de viver.

***

É nas estrelas, que nossos sonhos vivem a navegar...

Quando mergulhamos no ar... vemos o sol a brilhar.

***

Nem todo o concreto, sobre o concreto mais concreto

que se possa concretar... Concretizado estará!

***

Não quero escrever um monte de letras!...

Eu só quero escrever... Letras aos montes!

***

Se tu não entendes nem de melodia...

Por que queres falar de polifonia?...

***

O contrabaixista já 'stava de pé!...

Quando o naipe resolveu ficar em pé!!!

***

Nos embalos de "dois pra lá e dois pra cá"...

Ficamos embriagados de tanto amar.

***

Se o trabalho fosse uma abstração...

A esperança seria uma abstenção.

***

Despeço-me da ausência em que viveu minh'alma.

***

Quem sabe, a morte seja o regozijo d'alma.

***

Amei mil amores em mil amores, em minha existência...

A Música  maior de todos os amores.

***

A Música é uma "janela" que nos leva para o Céu.

***

As boas intenções são meras razões das emoções.

***

A mentira é uma verdade que ainda não foi revelada.

***

Se ninguém vai mais xingar, como posso investigar?

***

Se tu queres um amigo de verdade, nunca lhe diga uma só verdade.

***

A humanidade só escuta aquilo que ela quer ouvir...

Porém, o escutar é diferente de ouvir.

***

Se não ouvirmos nada... O que diriam as palavras?

***

O mais idiota dos idiotas  é o idiota pensar que não é idiota.

***

Na verdade, na verdade...

Não é 'preconceito' o que sente o ignorante.

Quem sabe, seja o reflexo de sua própria incapacidade.

***

O que intriga... É não saber a razão pela qual podemos ser o que quisermos ser.

***

Jamais podemos deixar de amar aquilo que nos faz sonhar.

***

Podemos sentir de um tudo nos dissabores...

Reguemos as sementes num jardim d'amores.

***

Às vezes, de tanto pensar, penso que não penso que estou a pensar.

***

Nasci para viver livre...

Se quisesse viver aprisionado... teria nascido passarinho.

***

O reconhecimento é a magia que nos leva para a amplidão.

***

A dor é que exprime nosso sentimento mais profundo d'alma.

***

Música, acima de tudo é Inspiração, Sentimento, Arte e Poesia.

***

Escrever poesia é embevecer os vastos horizontes da nossa alma.

***

Os trovadores não podem engavetar os regalos de suas afeições.

***

Mesmo que o passado esteja "morto" em nosso presente...

No entanto, inspira nossas emoções.

***

O futuro  é o nosso atual presente.

O passado  é o nosso presente ausente.

***

O reflexo de tudo aquilo que somos, nos é dado por mérito.

***

Se me acusas dos erros que outrora cometi... Comete-os agora.

***

Talvez seja na "folia" da vida, que encontremos a sabedoria.

***

Se não quiseres sofrer por ingratidão, junta-te aos insensatos.

***

O medo, às vezes, torna-se formidável na vida de alguns seres humanos.

***

O homem perfeito é aquele que sonha os sonhos sonhados da sua amada.

***

A vida ensinou-me a ser um discípulo naquilo que exprimo e que experimento.

***

Minha maior alegria: foi quando descobri os verdadeiros inimigos

 que até há pouco pareciam ausentes às escondidas.

Minha maior decepção: foi quando descobri que os melhores amigos

eram os mesmos que estavam presentes às escuras.

***

Paulo Costa (Pacco)



Pacco *19h03






A Espada

         À querida amiga Shirlei Godoi

 

Símbolos e gravuras...

O início, o meio, às curas...

O vento sopra,

Norte, Sul... E o coração

Sem rumo e sem direção...

A veste sobra!

 

O som nos ares dormentes...

Sonhando sonhos dementes,

Irrefutáveis...

Colossais das ilusões

Desvairadas das pregações

Trazidas dos reis...

 

Nos fantoches das afeições...

E o não saber das emoções

Da triste morte...

Do absurdo, da loucura...

O caos e a desventura

Qu’Ele suporte.

 

A espada com que feristes O Pastor —

Com prazer... O Nosso Senhor...

De riba a baixo...

Reles, em troca de bebidas...

Vis das vilezas perdidas —

No crucifixo!

 

O fundir do desconforto...

No insano clã do porto,

Sem esperança...

E no amor, a dor da saudade

No caos profundo — na idade

D’uma criança...

 

No desespero... A inobediência

Traz consigo o medo, a ausência,

O tédio e o clamor...

E dos tais inocentes guerreiros...

Mergulhando entre os canteiros —

Na prece de dor.

 

                                              Paulo Costa



Pacco *18h52






Angélica Gouvea

 

A nossa querida amiga...

Nunca esquece um só acróstico.

Graciosa e em tom fonético,

Ela escreve sua cantiga.

Lança uma canção que abriga,

Inventando verso artístico...,

Co'um estilo tão poético...

Amém!... Parabéns, Angélica!

 

Generosa escreve u'a prosa ,

Oh!..., tão bela com'uma rosa...

Urgente: receba as palmas!...

Vai... rainha dos acrósticos...

Engenha todos os cânticos

A ressoar em noss'alma!...

 

Paulo Costa



Pacco *16h12






Aleivosia

 

Se, na vida, só existe a aleivosia...

Como entender essa larga harmonia...

Se nem mesmo sei o que é melodia...

Como posso escrever  polifonia?

 

Paulo Costa



Pacco *06h30






Maestro versus Compositor

 

O compositor usa sua imaginação,

Gerando emoção sobre o eco invocativo.

Ele manifesta o processo criativo,

Transformando em arte esta simples inspiração.

O espírito flutuante traz a canção,

Num movimento inefável de liberdade,

Adornado de cores e expressividade.

As melodias ecoam suavemente, 

Como uma onda leva o barco livremente,

Num equilíbrio de pura sonoridade.

 

O compositor especula cada trecho 

De sua obra, temperando com nuanças,

Num estilo próprio, e vai compondo mudanças,

A ponto d'elevar su'alma em cada entrecho...

O mágico contraponto embeleza o trecho.

O espírito está dotado de conhecimento...

Trespassa o processo no mais belo andamento;

Nos belos elevários, trilos e mordentes,

Accelerando e improvisando os incidentes,

Nos esbarros acidentais — fecha o desfecho.

 

O maestro, não. Este só deturpa a música.

Rege de qualquer jeito, co'a maior desfeita

Ao artista, que a esculpiu pra deixar perfeita...

Trabalhando noite e dia co'a metafísica.

Mesmo que a tal regência pareça ser lúdica,

O pobre maestro não entende o processo

Dessa volição 'speculativa de acesso.

"A palavra artista é bastante incompreendida,"

disse Stravinsky! Se a obra não é entendida...

Certamente, a mentalidade estará "tísica".

 

Os maestros, principalmente os brasileiros...

Pedem para os incompetentes dos spallas

Segurarem a barra, para não darem palas

Nas cadências sincopadas dos estrangeiros...

Nos movimentos mais simples dos violeiros,

Ficam atordoados; mas a pose, não perdem!

Fingem que estão regendo na fiel subordem,

Enganando a multidão na mor cara dura,

E fazem de conta que olham à partitura,

Como se entendessem o rubato da desordem!

 

Muitos não sabem se é Dó, ou Fá# sustenido!...

Cadência? É tudo igual; maior, menor, não importa;

P'ra que entender de tonalidade... Se a porta

É surda, e ressoa uma voz tal qual um ganido?

Devem admitir que, realmente, é um gemido...,

Assombrando a imaculada sociedade!...

Nos profundos distúrbios co'a afabilidade...

Somente fazendo elo com alguns políticos, 

Terão como fazer um som apocalíptico...  

Para agradar ao mor Dragão o destemido! 

 

Paulo Costa



Pacco *09h40






Minha Suíte

 

Mas, refuto..., eu não acato...

Dos que ainda sonham em vão!...

Levo mesmo, é em pizzicato...

Minha Suíte pr'amplidão!

 

Paulo Costa



Pacco *07h39






Meu rouxinol

 

Num "flash" da nossa vida,

No arrebol do pôr do sol...

Colho a rosa mais querida,

Pra encantar meu rouxinol.

 

Paulo Costa



Pacco *08h55






Minha mãe

 

Minha mãe é tãooo querida...

Que nem sei o que fazer!...

S'eu oferto uma margarida,

Ou uma cesta com buquê.

 

  Se minha mãe fosse poeta,

'Screveria uma poesia...

Mas me deu uma clarineta,

P'ra tocar  só fantasia.

 

Minha mãe é tãooo bonita...

A mais linda qu'eu já vi!... 

Por ser minha favorita...

Vou levar-lhe um bem-te-vi!

 

Paulo Costa



Pacco *13h25






Boi

 

Seu

Boi

Foi

Meu.

 

Deus,

Pois...

Dois,

Deu!

 

Em

Vão...

Quem

 

Não

Tem

Chão!

 

(Lenna)



Pacco *08h25






Charada

 

Não quero saber de nada;

De nada  quero saber...

Ao volver esta charada...

Vou torcer p'ra você ver!

 

Não quero entender mais nada;

Mais nada  quero entender...

P'ra não ver esta charada...

Só podia ser você!!!

 

Paulo Costa



Pacco *15h50






Papel de Parede - Água em Movimento 3D 800x600

Minhas lágrimas // Meus sonhos

 

Onde estará a minha doce cura?...

Só sei por onde andou a desventura

Coberta de desagrado!

Viajei pelo negrume do incerto...

Sob o sol escaldante do deserto

Conturbado de malgrado.

 

Horas de abandono e nostalgia

A dor da tua ausência eu já sofria

Poesia, encanto e fado!

E em cada canto, desenhei teu nome...

Perdido no delírio que consome,

Pelos deuses acuado.

 

Na centelha inebriante sobre o chão...

Minhas ilusões eram lamentos em vão

Nos áulicos artifícios.

No suspirar sombrio da solidão...

Murmurava na tormenta escuridão

Co’um imenso sacrifício.

 

Quando há luas, as belezas perseguia,

Segui teu rastro no cheiro da maresia,

À procura dos inícios...

E nos anais dos feitos, os gentios

Me precederam pelos mares bravios

E ganharam o ofício.

 

Ai!... Minhas lágrimas banhavam o meu rosto

Calado, por saciar a sede derramada a gosto

Que do tempo brotou.

Outrora, minhas lágrimas formavam nascentes...

Na esperança de reencontrar as sementes

Que o vento soprou.

 

Em cerimônina secreta te desposei...

Se te fui fiel, segundo a crença em minha própria lei,

Sou aquele que amou!

E na terra ainda procuro os pequeninos brotos,

Os sinais que guardei perfeitos e ignotos

Do poeta que sou!

 

"Eu sei... Eu sei; eu sei... Eu sei!..."

"Ó dor... Que esvai; ó dor... Que esvai!..."

 

Paulo Costa // Nilza Azzi



Pacco *14h42






Lilith

 

Adão foi o primeiro homem a ser traído!

Lilith o deixou por não aceitar o renhido,

No remisso dos pecados!

Daí, o dito popular: "Levou chifre"!...

U'a chifrada que acontecera de chofre —

Co'os diabos desbocados!

 

Ela pariu — partiu... e deixou Caim

Aos cuidados do trevoso Adão; enfim,

Clamava ao Pai e aos anjos:

— "Misericórdia, Pai! Senti dó de mim!...

'Stou me esvaindo junto co'o curumim...

Neste jardim de motejos."

 

O Pai já não suportava a ladainha —

Por sofrer pela maldita picuinha... —

Que o abandonara ao léu. 

Até que, um dia..., Deus enviou três anjos —

Ordenando que a trouxessem co'os arcanjos,

P'ra segunda lua-de-mel.

 

Lilith inda morava no paraíso,

Quando convidou Adão, mesmo indeciso,

P'ra sair daquela alcova!

Lilith estava decidida a ficar

Nos escarcéus, para poder debruçar

Sobre o diabo em sua corcova!

 

Paulo Costa



Pacco *05h07






Papel de Parede - A Cilada 1024x768

Ciladas!...

 

Oh! Pai! A hipocrisia inda perdura

Em todos os laços da sociedade...!

As crianças vivendo na amargura,

Sendo assassinadas na vil lealdade.

 

Hoje, os méritos andam em desatinos,

Pela ignorância dos reis malditos...

Iludindo a multidão — são cretinos!...

Tal qual a besta engana os eruditos,

 

Prostrados na submissão do algoz...

Co’as profanas almas angustiadas,

E vão mergulhando num mar atroz.

 

Lar de errantes, de línguas afiadas...

Onde reina a orgia — o gládio feroz,

Nos sarcófagos das grandes ciladas!...

 

Paulo Costa



Pacco *16h22






Arranjos cósmicos

 

Quase notei o vento no meu rosto,

uma emoção guardada só pra mim,

embora fosse um mimo já suposto.

 

Recordação de um tempo sem ter fim

invade a alma com grande doçura,

deixando um leve cheiro de jasmim.

 

Onde, no tempo, tua essência pura

passou por mim para falar de amor?

A imensidão testemunha a jura,

 

unindo o céu completo em luz e cor.

Lendas distantes, calor envolvente;

o imemorial jorra avassalador,

 

fazendo a estrada sempre diferente,

embora brilhe nessa mesma luz.

Rolam as águas vindas das vertentes,

 

nascem segredos, bardo que seduz...

A nova aurora chega tarde ou cedo;

nunca abandona a quem lhe faça jus.

 

Depois da esquina, da dobra do medo,

o coração só quer saber de amar

como sinal que — seja tarde ou cedo,

 

o mundo vai se desacelerar.

Sonhar enfim com encontrar guarida,

ter no universo, um único lugar,

 

a fonte certa, a água preferida.

 

Nilza Azzi



Pacco *04h44






.~ Borboleta ~.

 

Vou ver sempre a violeta

Desfraldada de desejos...

Onde brotam meus lampejos,

Tresnoutado na saleta.

  Quando vejo a Julieta...

Seus mais lindos seios nus...

Ouço a voz do uirapuru

Nos encantos da floresta;

Dominado, sigo em festa

Co'a encarnada borboleta.

 

Quero amar-te todo dia...

N'amplidão dos teus ardores...

Navegar, cheio d'amores

Em tua bela sintonia!...

(Que me traz tanta alegria),

Quando vejo a Julieta...,

Co'a charmosa violeta

Nessas ondas delirantes...

Navegamos deslumbrantes,

  Encantados de euforia!...

 

Paulo Costa



Pacco *16h06






Marina

 

No dia primeiro de abril,

Nasceu u'a linda menina,

A pequenina, Marina

Em Fortaleza  Brasil.

Oh!... Que beleza sutil,

Quando surgiu a "bulita",

A mais querida senhorita...

E trouxe muita alegria,

P'ra encantar essa família,

  Vendo o céu azul anil!...

 

Paulo Costa



Pacco *00h04





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