Pétalas de rosa

 

Sempre vem numa emoção...

U’a canção pra minha esposa...

Que ‘screvo com devoção —

Pra Pantera cor-de-rosa!

Quando faço u’a bela trova,

Pra encantar aquela flor...

Sinto-me — qual beija-flor,

Co’a andorinha na floresta...

Cantando u’a linda seresta,

Em suas pétalas de rosa!

 

Paulo Costa



Pacco *14h51






Rosados encantos

 

Te amarei como amo aquela flor...

Desfraldado sobre teu corpo nu;

A beijar teus lábios, teus seios nus...

Vendo as estrelas sob o cobertor!

 

Na augusta euforia que tece o amor...

Impregna um perfume de xampu —

Tão doce — qual canto do uirapuru,

E me embriaga sem o menor pudor!

 

Em teu ventre, salivo a língua ardente,

Nos rosados encantos — pelo aceito

Flamejante ao sugar a flor — fremente...

 

Oh! Doce emoção qu’embevece o peito,

Sobre teu corpo perfumado e quente...

Que me leva à loucura — sem defeito!

 

Paulo Costa



Pacco *16h02






Nem Maria  nem Juão!!

 

Sortaro uma bomba no foro,

Qui 'strondô  lá no Japão!...

Num sobrô ninhum canoro...

Nem Maria  nem Juão!!

 

Paulo Costa



Pacco *14h04






No Fórum

 

No Fórum tinha discussão —

Dia e noite... Noite e dia...

Dava até — taquicardia...

Quando havia u'a confusão!

(Sem motivo e sem razão),

Conspiravam, uns co'os outros;

E atacavam aqueles neutros,

Co'outros nicks camuflados!...

Xingavam, de crasso: os bardos...

Ao 'screver — samba-canção!

 

Paulo Costa



Pacco *13h43






Rubatos

 

Passei o passado inteiro a arrulhar...,

Co'uma andorinha bailando no céu!...

Seu canto ornamentava meu olhar...

Vendo noss'alma flutuando ao léu!

 

Minhas notas soam suavemente,

Vindas d'uma vertente na inspiração;

Onde minh'alma escreve, ardentemente,

Tão lindos rubatos com devoção!

 

Paulo Costa



Pacco *13h50






No Mundo

 

No Mundo que habitei outrora — havia rosas,

Tinha u'a brisa tão suave e ninguém sofria.

Era um vale no horizonte, cheio de euforia,

Onde as estrelas vagueavam tão formosas.

 

Paulo Costa



Pacco *13h39






Meu PC

 

Hoje nem tomei café...

Para tentar resolver

Um problema em meu PC!...

(Banda larga) do meu pé!

 

Apaguei meu hotmail... —

Por ter tido um mor dilema;

Vou ter um enorme problema,

Se (der pau) no incredimail!

 

Quando entrei na Microsoft,

Pra baixar o Live Essentials...

Existia u'a micro estrofe —

 

No update do seu Klaus!...

Disse adeus ao rega-bofe,

Nem 'sperei me darem tchaus!

 

Paulo Costa



Pacco *09h39






Com-putação

 

Quando desliguei o PC...

U'a nova tela surgiu...,

Dizendo ser do Brasil,

Por ter algo a resolver!...

Senão, ia comprometer

O sistema na winchester.

Já sabia qu'era gângster...

Digitei o Cê dois pontos,

Pra evitar um contraponto,

Bem antes do anoitecer!

 

Ao baixar o novo arquivo,

Fiquei mui desconfiado!...

O download foi enviado,

Sem ter dito: Afirmativo!

Deixou meu PC exaustivo,

De tanta restauração... —

E nada de infestação!

Instalei outro programa,

Onde havia um fluxograma,

Pra encontrar um corretivo!

 

Logo veio u'a pingadeira

De download, não tão sápido.

O update foi tão rápido —,

Parecia u'a incubadeira!...

E eu fiquei só de bobeira,

Vendo aquele imperativo...

Pondo um agente cansativo,

No sistema "protegido"...

Sufocando o disco rígido...

Enfim, foi a mor doideira!

 

Meu PC ficou inativo,

Logo após — reiniciar!...

Mas tentei conectar... —

Co'o bendito aplicativo.

Foi o maldito — putativo,

Que 'stragou minha CPU!

Quando eu revirei o baú,

Pra encontrar a instalação...

Logo tive uma sensação —

Fora aquele vingativo!!

 

Achei um dispositivo,

Que foi útil pra dedéu...

Apliquei — Ctrl Alt, Del...

Restaurando o ilustrativo,

Dando todo o informativo,

— O qu'eu tinha de fazer.

Fui pensando em desfazer,

Nos botões daquela imagem,

Onde eu via uma mensagem —

Dizendo ser: Negativo!

 

Meu PC 'stava no prego,

Com mais de quatorze vírus;

Por ter dado vários giros,

Ou ficado tal qual cego...

Que nem sei onde trafego,

Nos recantos lá de fora...

Na internet que demora!...

Meu PC deu luzimento,

Depois desse movimento,

Pra tentar elevar meu ego!

 

Logo vi u'a imperfeição,

No modem e placa de rede;

Com certeza foi adrede,

Essa "bela" informação!...

Mas não tinha nem razão,

Nem tampouco uma franquia,

Para qu'eu tivesse um guia!...

Vendo aquela brincadeira,

Sentei logo na cadeira —

Pra 'studar computação!

 

Paulo Costa



Pacco *09h26






E agora?...

 

E agora... E agora, Pacco?...

Já nem sabe o que fazer,

Para poder — co'um CD —

Não deixar o vídeo opaco?

Deve ser um tremendo saco,

 Ficar nesse aturdimento...

Corrompendo o pensamento,

Tresnoitado na ilusão...

Que apavora uma nação...

É melhor tapar o buraco!

 

— S'eu pudesse compreender...

O problema do Doméstico...

Esse foi o pior hermético,

Qu'eu tive que interceder!

Bem qu'eu quis tentar entender,

Essa puta d'uma desordem...

Que deu "pau" até no modem!

É melhor jogá-lo fora!...

Com certeza — já 'stou fora...

Mas jamais vão m'esconder!!

 

Meu PC 'stá desligando,

Sem ao menos — eu digitar...,

Sem clicar nenhum comando...

Já aprendeu — reiniciar!...

Aparece u'a tela preta...

Ah!..., só pode ser mutreta —

Para qu'eu não enxergue nada!

Bem antes — era o hotmail...

Depois — foi pro incredimail,

— (Fora aquela bicharada)!!

 

Vou comprar um PC novo,

Pra sair dessa aflição!...

Que não tem mais nem razão,

Tirar penas desse ovo!...

Pois não sou mais cristão-novo!

— Já tentei fazer de tudo...

Mas só vejo um pontiagudo —

Cancelar o carregamento!...

Se fizerem um abatimento —

Compro antes do Ano-Novo!

 

Paulo Costa



Pacco *17h53






Ficheiro:Bumba-meu-boi.jpg

~Bumba-meu-boi~

 

De repente fiz um repente,

Quando vi o bumba-meu-boi...

O atabaque animava o boi,

Co'um gingado bem diferente...

Qu'encantava toda essa gente,

Em São Luís do Maranhão!

Foi debaixo d'um pontilhão,

Que o repente desabrochou...

E o Nordeste, assim preservou

Os costumes de antigamente!

 

Via o gado ser manobrado,

Ouvindo os cantos naturais,

Das carroças mui musicais —

No cerrado, qu'é ensolarado.

— Eta, Nordeste admirado!

Regozijar esse bel-prazer,

Um dia, volto, com prazer —

A São Luís do Maranhão!...

Qu'embeveceu meu coração,

Ver o atabaque no gingado!

 

Paulo Costa



Pacco *07h25






Colibri

 

Ah!, se um dia, eu escutar

Esse canto de paixão...

Vou amar-te n'amplidão —

E teus beijos — desfrutar.

 

Se ao menos pudesse ouvir

A tua voz dizendo: "Vem!..."

No meio dessa folhagem,

Vou voar — qual colibri!

 

Nas sombras do teu olhar,

Reluz, minha doce ilusão...

Vendo o orvalho, o céu e o mar,

 

Qual tua luz na imensidão...,

Que embevece e faz sonhar...

— O meu humilde coração!

 

Paulo Costa



Pacco *14h09





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